São Paulo, 6 de janeiro de 2026 – Pesquisas registradas na National Library of Medicine (PubMed) e no periódico Malaria Journal confirmam que óleos essenciais extraídos de plantas como citronela, manjericão, lavanda e hortelã atuam como repelentes naturais contra mosquitos dos gêneros Aedes, Anopheles e Culex. Os compostos aromáticos liberados por essas espécies interferem na capacidade dos insetos de localizar seres humanos, reduzindo o risco de picadas em ambientes domésticos.
Alternativa complementar ao controle de vetores
De acordo com as revisões científicas citadas, produtos de origem vegetal podem oferecer proteção significativa em condições controladas. Especialistas destacam que o uso de plantas repelentes não substitui medidas tradicionais de saúde pública, mas funciona como estratégia complementar, sobretudo em varandas, janelas, quintais e áreas internas.
Espécies mais recomendadas
Entre as plantas avaliadas, quatro se destacam pelo baixo custo e pela facilidade de cultivo:
- Citronela – indicada para varandas e quintais; exige cuidados simples e apresenta preço acessível.
- Manjericão – cresce bem em vasos próximos a janelas ou na cozinha; manutenção básica.
- Lavanda – recomendada para ambientes internos; requer luminosidade moderada e solo bem drenado.
- Hortelã – versátil, pode ser cultivada em jardins ou vasos; tolera diferentes condições climáticas.
Efeitos sobre o bem-estar
Além de afastar mosquitos, a presença dessas plantas está associada a ambientes mais perfumados, sensação de calma e estímulo a pausas visuais durante a rotina, fatores que podem contribuir para a redução do estresse e a melhoria do humor, segundo as publicações consultadas.
Imagem: inteligência artificial
Especialistas ressaltam que integrar vegetação aos espaços urbanos segue tendência crescente de biofilia e autocuidado, tornando o cultivo doméstico de espécies repelentes uma opção prática para quem busca conforto físico e mental sem recorrer exclusivamente a produtos químicos.
Com informações de WizyThec

