Mais de US$ 2 bilhões em criptomoedas já foram roubados em 2025 por grupos de hackers ligados ao governo da Coreia do Norte, segundo levantamento da empresa de análise blockchain Elliptic. Os ataques, mais de 30 somente neste ano, reacenderam o alerta sobre a necessidade de reforçar a segurança das carteiras digitais.
Para ajudar quem investe ou pretende investir em criptoativos, WizyThec reuniu dez práticas recomendadas para dificultar a ação de cibercriminosos.
1. Mantenha a maior parte dos fundos em carteira fria
Dispositivos físicos semelhantes a pendrives armazenam as chaves privadas offline. Deixe on-line apenas o montante necessário para transações diárias.
2. Proteja a chave privada
A sequência alfanumérica garante acesso aos ativos. Se outra pessoa obtiver essa informação, poderá movimentar todos os valores sem autorização.
3. Crie senhas longas e complexas
Use de 12 a 15 caracteres ou mais, misturando letras maiúsculas, minúsculas, números e símbolos. Ferramentas de verificação ajudam a identificar combinações fracas. Alterações periódicas fortalecem a defesa.
4. Ative a autenticação em dois fatores (2FA)
Adicionar códigos gerados por aplicativos, tokens ou biometria cria uma barreira extra além da senha convencional.
5. Confirme a legitimidade do site de acesso
Golpes de phishing utilizam páginas clonadas para capturar credenciais. Verifique domínio, certificado de segurança, qualidade das imagens e possíveis erros de escrita antes de inserir dados.
6. Mantenha sistemas atualizados e, se possível, use computador exclusivo
Atualizações corrigem falhas exploradas por malwares. Um equipamento dedicado apenas às atividades com criptomoedas reduz a exposição a ameaças on-line.
Imagem: Nataly Gejdos
7. Utilize VPN e antivírus confiáveis
Uma Rede Privada Virtual criptografa o tráfego, enquanto softwares de proteção identificam e bloqueiam códigos maliciosos. Versões pagas costumam oferecer cobertura mais abrangente.
8. Faça backup da seed phrase
A sequência de palavras que gera as chaves privadas permite recuperar a carteira em caso de perda ou dano do dispositivo. Guarde cópias em locais seguros, físicos e digitais.
9. Evite redes públicas
Conexões Wi-Fi abertas podem expor dados sensíveis. Prefira acessar a carteira em redes domésticas ou ambientes de confiança.
10. Monitore transações regularmente
Analisar o histórico de operações ajuda a identificar movimentações suspeitas e agir rapidamente caso algo fora do padrão apareça.
Com informações de WizyThec

