Perda repentina de sinal, cobrança de ligações desconhecidas e mensagens de portabilidade não solicitadas estão entre os principais indícios de que um telefone pode ter sido clonado. Especialistas detalham os golpes mais comuns e explicam quais medidas adotar para recuperar a linha e proteger dados pessoais.
Principais modalidades de clonagem
Clonagem de chip – O golpista se passa pelo titular da linha junto à operadora, transfere o número para outro SIM card e passa a receber chamadas, SMS e códigos de autenticação.
Aplicativos espiões – Softwares maliciosos são instalados no aparelho, muitas vezes via apps piratas ou após alguém manusear o telefone sem autorização, permitindo monitoramento de mensagens, senhas e localização.
IMEI clonado – O código de identificação do aparelho é copiado para reutilizar celulares bloqueados. O problema costuma aparecer na compra de dispositivos usados.
Sinais de alerta
• Perda de sinal por longos períodos;
• Interrupção no recebimento de SMS e ligações;
• Notificações de portabilidade ou troca de chip sem solicitação;
• Cobranças ou chamadas que não foram feitas;
• Celular lento, aquecendo mais que o normal ou reiniciando sozinho;
• Instalação de aplicativos desconhecidos com permissões excessivas;
• Aumento incomum no consumo de bateria ou dados.
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O que fazer em caso de suspeita
1. Contatar a operadora imediatamente, solicitar bloqueio da linha e pedir um novo chip.
2. Alterar senhas de e-mail, redes sociais e serviços bancários ligados ao número.
3. Ativar autenticação por aplicativo (como Google Authenticator ou Authy) para reduzir a dependência de SMS.
4. Remover apps suspeitos ou realizar restauração de fábrica após backup.
5. Registrar boletim de ocorrência e armazenar evidências do golpe.
6. Acompanhar faturas e extratos por alguns meses em busca de movimentações estranhas.
Seguir esses passos pode reduzir significativamente o impacto financeiro e a exposição de dados em casos de clonagem de celular.
Com informações de WizyThec

