Uma pesquisa publicada recentemente no Journal Scientific Reports e divulgada pela NPR demonstrou que o olfato canino é capaz de identificar, quase imediatamente, alterações químicas no corpo humano associadas ao estresse. Segundo o estudo, os cachorros reconhecem esses sinais e mudam de comportamento para oferecer conforto aos tutores.
Quem, o que, como
• Quem realizou: equipe de cientistas citada no Journal Scientific Reports
• O que descobriram: cães distinguem o cheiro de estresse humano com alta precisão
• Como funciona: hormônios como cortisol e adrenalina modificam o odor do suor e do hálito; o nariz do animal capta essas variações e o cérebro interpreta o estado emocional do tutor
Processo em três etapas
Detecção química – o faro percebe mudanças sutis em compostos orgânicos voláteis emitidos pelo corpo.
Processamento de sinais – o cérebro avalia se o odor indica relaxamento ou ameaça interna.
Resposta comportamental – o cão decide se aproximar ou manter distância.
Reações observadas no estudo
Estado de estresse: aproximação constante e lambidas.
Estado neutro: independência e relaxamento.
Felicidade ou calma: brincadeiras e abanar de rabo.
Imagem: inteligência artificial
Os pesquisadores destacam que, ao notar o cheiro do estresse, muitos cães se tornam mais vigilantes ou procuram contato físico, atuando como apoio emocional ativo. Essa resposta pode ajudar a reduzir níveis de cortisol no tutor, reforçando o vínculo entre humanos e animais.
Com informações de WizyThec

