O uso de carregadores falsificados pode comprometer de forma irreversível a bateria de smartphones, alertam especialistas e comunicados de suporte da Samsung.
Entrada de energia sem controle
Carregadores sem certificação não contam com filtros de tensão. Ao serem conectados à tomada, enviam picos de energia diretamente para o aparelho, gerando instabilidade elétrica logo na primeira recarga.
Superaquecimento químico
Essas oscilações provocam aumento de temperatura. O calor excessivo “frita” os eletrólitos internos, acelera a degradação dos íons de lítio e pode levar ao vazamento de fluidos da bateria.
Perda de capacidade e vida útil reduzida
Danificados pelo estresse térmico, os componentes passam a armazenar menos carga. O resultado é a queda abrupta da porcentagem de energia mesmo em repouso e a necessidade de recarregar o celular com maior frequência.
Diferença entre original e pirata
Carregadores homologados trazem chips que negociam a corrente ideal, sensores de temperatura e certificação da Anatel. Já as versões paralelas entregam fluxo desordenado de energia, não possuem mecanismos de corte automático em caso de sobrecarga e costumam exibir selos falsos.
Imagem: inteligência artificial
Sintomas de alerta
Se o smartphone esquenta demais durante o carregamento ou se a bateria descarrega rapidamente, o acessório de baixa qualidade pode ser o responsável. Identificar o problema cedo evita danos permanentes ao hardware.
Com informações de WizyThec

