Taylor Swift tornou-se alvo de discussões nas redes sociais após fãs levantarem a hipótese de que vídeos usados na campanha de lançamento de seu 12º álbum, The Life of a Showgirl, teriam sido criados por inteligência artificial (IA). A ação, realizada em parceria com o Google, entrou no ar em 5 de outubro de 2025 e propôs um “caça ao tesouro” digital com pistas espalhadas pela plataforma de buscas.
Como funcionou o desafio
Ao digitar o nome da artista no Google, usuários se deparavam com a mensagem “12 cities, 12 doors, 1 video to unlock”. O público precisava identificar as 12 cidades, encontrar QR Codes correspondentes e escaneá-los para liberar 12 vídeos, cada um contendo pistas diferentes.
Depois, ao inserir a frase correta na pesquisa, surgia uma porta laranja virtual. Para abri-la, eram necessários 12 milhões de cliques coletivos. A meta alcançada desbloqueou o lyric video de “The Fate of Ophelia”, disponibilizado com exclusividade no YouTube. Na sequência, a plataforma recebeu os lyric videos das demais faixas do álbum.
Suspeita de uso de IA
Parte dos swifties afirmou que as texturas e movimentos observados nos 12 vídeos de pistas apresentavam características típicas de geração sintética. A dúvida ganhou força porque nem Taylor Swift nem o Google confirmaram o método de produção.
A especulação coincide com a estratégia do Google de promover seus modelos de geração de vídeo, como o Veo 3, concorrente do Sora 2, da OpenAI. Questionada, a empresa não respondeu se utilizou suas próprias ferramentas de IA nesse projeto.
Imagem: Divulgação
Antecedentes
A polêmica também remete a declarações anteriores de Swift sobre o tema. Em 2024, a cantora criticou uma imagem falsa criada por IA que a associava ao ex-presidente Donald Trump, afirmando temer a disseminação de desinformação.
Até o momento, não há comprovação de que a campanha de The Life of a Showgirl tenha recorrido a IA, mas o debate evidencia a tensão permanente entre inovação tecnológica e autenticidade artística.
Com informações de WizyThec

