Elon Musk se pronunciou nesta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, sobre as denúncias de que o Grok teria produzido imagens sexualizadas de mulheres e crianças. O empresário afirmou que não tem conhecimento de “nenhuma imagem de menores nus” criada pela ferramenta de inteligência artificial.
“Literalmente zero”, escreveu Musk na rede X, ao responder críticas. Segundo ele, o Grok só cria conteúdo mediante solicitação do usuário e se recusa a atender pedidos que envolvam material ilegal. O executivo admitiu, porém, que prompts maliciosos podem contornar proteções e gerar resultados inesperados, situação que, de acordo com Musk, é corrigida pela equipe assim que identificada.
Investigações e restrições
As declarações ocorrem enquanto órgãos de vários países investigam a xAI, startup responsável pelo Grok, e a própria plataforma X. Malásia e Indonésia já suspenderam temporariamente o chatbot; o Reino Unido abriu investigação formal e não descarta bloquear o serviço, enquanto França e outros países europeus também apuram o caso. No Brasil, o Idec solicitou ao governo a interrupção do Grok por suposta violação de direitos de crianças, adolescentes e mulheres.
Antecedentes do caso
Musk já havia reconhecido falhas nos filtros de segurança do Grok que permitiram a criação de imagens sexualizadas. Em resposta, a xAI passou a restringir a geração de imagens apenas a usuários do plano pago. Reportagem do site The Verge, no entanto, mostrou que a barreira pode ser contornada.
Imagem: Mijansk
Com informações de WizyThec

