A BYD registrou no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o sedã plug-in híbrido Qin L, recém-lançado na China, acirrando expectativas de que o modelo seja importado — ou mesmo produzido — no mercado brasileiro.
Preço competitivo na China
No país asiático, o Qin L estreia com valores entre 92.800 e 102.800 yuans, equivalentes a aproximadamente R$ 70 mil e R$ 78 mil na conversão direta. Esses números não incluem impostos, logística ou custos de nacionalização, que elevariam o preço final para o consumidor brasileiro.
Arquitetura híbrida de quinta geração
O modelo utiliza a plataforma DM-i de quinta geração, que promete eficiência térmica superior a 46% e consumo médio estimado em 36 km/l. O conjunto mecânico combina:
- Motor 1.5 turbo a gasolina de 100 cv;
- Motor elétrico, resultando em potências combinadas de 163 cv ou 217 cv, dependendo da versão;
- Baterias de 10 kWh a 16 kWh.
A autonomia puramente elétrica varia de 80 km a 128 km, enquanto o alcance total — tanque cheio e bateria carregada — supera 2.100 km.
Dimensões e design
Com 4,83 m de comprimento e 2,79 m de entre-eixos, o Qin L segue a linguagem visual Dragon Face, já vista nos SUVs Song Plus e Tan. Entre os destaques estão grade frontal estreita, faróis afilados e lanternas traseiras interligadas em formato de onda.
Imagem: LewisTsePuiLung
Possível produção local
A expectativa em torno do sedã ganhou força após a inauguração da fábrica da BYD no Brasil, projetada para até 300 mil veículos por ano, fruto de investimento de R$ 5,5 bilhões. A estratégia da marca já inclui o Dolphin Mini abaixo de R$ 100 mil, e o Qin L poderia ampliar o portfólio nacional. Até o momento, porém, a montadora não divulgou data nem confirmou oficialmente a venda do modelo no país.
O registro no INPI garante a marca no Brasil, mas ainda não define se a chegada se dará por importação ou produção local. Consumidores aguardam detalhes sobre preços, versões e calendário de lançamento.
Com informações de WizyThec

