O NotebookLM, plataforma de inteligência artificial do Google voltada à organização de conteúdos de estudo, continua em evidência por oferecer resumos, mapas mentais e vídeos a partir de fontes escolhidas pelo próprio usuário. Apesar das funções promissoras, a ferramenta acumula reclamações que dificultam sua adoção diária.
Exibição limitada de documentos
A área de leitura é considerada pequena e quase sem formatação. PDFs enviados ao serviço perdem imagens e estrutura, o que faz parte do público preferir abrir os arquivos originais fora do sistema.
Vídeos genéricos
Quando o usuário solicita explicações personalizadas, o NotebookLM costuma devolver gravações que repetem informações gerais, mesmo havendo fontes específicas disponíveis. O resultado é um material superficial e pouco adaptado às necessidades individuais.
Citações de vídeo sem marcação de tempo
Textos são citados com precisão, mas trechos de vídeos chegam sem timestamps. Em vários casos, todo o transcript é apresentado sem destacar o ponto exato usado como referência, o que compromete a verificação de dados.
Sincronização incompleta no Android
No aplicativo móvel, conteúdos criados no computador — como FAQs e mapas mentais — nem sempre aparecem. Além disso, a versão para Android mistura notebooks sugeridos com os pessoais, sem opção de ocultar essas recomendações.
Imagem: áudio
Integração parcial com o ecossistema Google
O serviço aceita importações do Docs, Slides, Drive e vídeos públicos do YouTube, mas não sincroniza mudanças feitas no arquivo original. Quando um documento é atualizado no Drive, o usuário precisa repetir manualmente o processo dentro do NotebookLM. Ainda não há conexão direta com Gmail ou Calendar, recursos que poderiam ampliar a utilidade da plataforma.
O Google não divulgou prazos para corrigir essas limitações, mas usuários aguardam novidades que façam do NotebookLM uma ferramenta indispensável no dia a dia acadêmico e profissional.
Com informações de WizyThec

