O Google passou a aplicar limites mais rígidos ao Gemini 3 Pro para usuários que não pagam por planos de assinatura. A mudança, registrada recentemente nas páginas de suporte da companhia e relatada por internautas, busca aliviar a sobrecarga nos servidores diante do crescimento acelerado da ferramenta de inteligência artificial.
O que mudou
Quem faz muitas solicitações ao longo do dia agora se depara com avisos de “limite excedido”. O sistema orienta a aguardar a renovação da cota diária ou aderir a pacotes pagos, que oferecem margens bem maiores de utilização.
Comparativo de acesso
O Google detalhou quatro faixas de uso:
- Gemini Basic (gratuito) – acesso variável conforme o tráfego;
- Google AI Plus – até 5 vezes mais interações que o nível básico;
- Google AI Pro – até 20 vezes mais;
- Google AI Ultra – até 100 vezes mais.
Nos planos pagos, a janela de contexto também aumenta: de 32 mil tokens no gratuito para 128 mil no Plus e 1 milhão no Ultra.
Funções mais impactadas
A criação de imagens e o modo de raciocínio avançado foram os mais limitados na modalidade sem custo. Recursos de alto consumo, como geração de vídeo com o modelo Veo 3.1 (em pré-visualização), passaram a ser exclusivos ou contar com acesso ampliado apenas para assinantes.
Imagem: Reprodução
Motivo
Segundo a empresa, o processamento de IA generativa exige infraestrutura cara e finita. Com “milhões de pessoas” testando o serviço simultaneamente, foi necessário impor cotas variáveis que podem mudar sem aviso prévio. Em períodos de pico, usuários gratuitos atingem os limites antes de quem possui planos Pro ou Ultra.
Apesar das restrições, o Google afirma que o nível básico continua disponível para tarefas do dia a dia, mas requer mais planejamento para evitar bloqueios.
Com informações de WizyThec

