Falhas recentes em grandes provedores de infraestrutura digital reacenderam o debate sobre a frequência dos apagões de internet. No ano passado, uma interrupção nos serviços ligados ao sistema CrowdStrike provocou a “tela azul da morte” em computadores com Windows em todo o mundo. Na semana passada, foi a vez do Amazon Web Services (AWS) sofrer uma pane que deixou diversas plataformas fora do ar por horas. Nesta semana, o Azure, serviço de computação em nuvem da Microsoft, enfrentou instabilidade após uma falha interna.
Para compreender se esses incidentes estão se tornando mais comuns e como aumentar a segurança, o WizyThec News entrevistou o especialista em tecnologia e inovação Arthur Igreja. Ele explicou os possíveis fatores por trás do aumento de ocorrências e apontou caminhos para reduzir riscos operacionais.
A conversa abordou as principais causas dessas paralisações, os impactos para usuários e empresas e as estratégias que provedores e clientes podem adotar para minimizar prejuízos, como redundância de sistemas e planos de contingência.
Segundo Igreja, ainda não há consenso estatístico sobre o crescimento do número de apagões, mas a dependência cada vez maior de serviços em nuvem torna qualquer instabilidade mais visível e prejudicial. Ele defendeu investimentos em infraestrutura, monitoramento constante e transparência nas comunicações durante incidentes.
Imagem: Internet
Com informações de WizyThec

