São Paulo, 16 de outubro de 2025 — O astrônomo Marcelo Zurita conversou com o WizyThec News sobre as consequências que uma supertempestade solar poderia provocar caso atingisse o planeta nos dias atuais.
O alerta remete ao evento de Carrington, registrado em 1859, considerado a tempestade solar mais intensa de que se tem notícia. Na época, a atividade solar provocou incêndios em linhas telegráficas e auroras boreais foram observadas até mesmo em regiões tropicais, como Cuba.
Desde então, a tecnologia avançou significativamente. Hoje, satélites responsáveis por comunicações, internet e sinais de GPS orbitam a Terra, tornando os sistemas muito mais suscetíveis a interferências eletromagnéticas. Na entrevista exibida na noite desta quinta-feira (16), Zurita detalhou como uma explosão solar de grande magnitude poderia afetar redes elétricas, telecomunicações e serviços de navegação por satélite.
O cientista destacou que, embora existam protocolos de mitigação, a dependência global de equipamentos eletrônicos coloca em risco atividades cotidianas e setores estratégicos caso um fenômeno semelhante volte a ocorrer.
Imagem: Internet
Zurita reforçou ainda a importância do monitoramento contínuo da atividade solar para que governos e empresas possam adotar medidas preventivas, reduzindo potenciais danos a infraestruturas críticas.
Com informações de WizyThec

