Falta de tempo para autocuidado eleva risco de demência, aponta estudo

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Um levantamento publicado na revista The Lancet Healthy Longevity indica que pessoas com rotina apertada e pouco tempo para cuidados pessoais apresentam maior probabilidade de desenvolver demência, incluindo Alzheimer. A condição, descrita pelos pesquisadores como “pobreza de tempo”, foi associada a um risco mais elevado de comprometimento cognitivo.

A equipe analisou dados de epidemiologia, neurologia e pesquisas sobre uso do tempo. O grupo concluiu que são necessárias, em média, 10 horas diárias para práticas consideradas essenciais à saúde cerebral: dormir, fazer refeições regulares, realizar atividades físicas e manter interação social.

Segundo os autores, a eliminação de fatores de risco conhecidos — entre eles a falta de tempo para o autocuidado — pode diminuir em até 45% a chance de surgimento da doença. Para isso, o estudo sugere medidas de saúde pública, como transporte coletivo mais eficiente, que reduza o tempo de deslocamento, e jornadas de trabalho flexíveis.

Os pesquisadores ressaltam que questões socioeconômicas costumam restringir o tempo disponível para hábitos saudáveis e, portanto, devem ser consideradas nas estratégias de prevenção.

Com informações de WizyThec

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